A imaginação educada
2 minutos No começo dos anos 1970, no curso de Letras da USP, os professores pediam que lêssemos a Anatomia da crítica, de Northop Frye. Não o livro inteiro, é claro, pois essa obra é um calhamaço de 584 páginas. Líamos e discutíamos trechos dos quatro ensaios da obra. Não sei se ainda nas faculdades de Letras pedem a leitura de Frye. Tenho cá meu volume do Anatomia da Crítica, numa edição da É Realizações, em traduçxão para o português de Marcus de Martini. Leia mais→